Integração de sistemas hospitalares, sem código

Seu sistema de gestão continua o mesmo. O ServiceBridge conecta ele ao resto do ecossistema de saúde.

A integração de sistemas hospitalares deixa de ser projeto de meses: sem precisar de uma equipe de desenvolvimento própria, seu hospital conecta parceiros, dispositivos e plataformas ao Tasy que já usa — com segurança, documentação e controle de acesso prontos, configurados em minutos.

O problema

O ERP faz o hospital funcionar. O ServiceBridge possibilita novos horizontes.

01

O ERP não fala com o mundo externo

Foi projetado para uso interno do hospital, não para se conectar a parceiros.

02

Parceiros não param de chegar

Operadoras, telemedicina, laboratórios e dispositivos pedem integração o tempo todo.

03

Sem equipe de desenvolvimento própria

Cada integração vira um projeto que depende de terceiros ou não sai do papel.

04

Abrir o banco não é opção

Dar acesso direto ao banco expõe dados sensíveis de pacientes e viola boas práticas de segurança.

Como funciona

Três passos, sem desenvolvimento para novas integrações

Rede do cliente Agente + banco Oracle
Hub na nuvem Configuração sem código
Consumidores da API Parceiros, apps, BI

01

Instale o agente na sua rede

Um serviço leve roda dentro da rede do hospital, com acesso ao banco do Tasy. Abre uma única conexão de saída, criptografada — nenhuma porta precisa ser aberta no firewall.

02

Configure os endpoints, sem código

Defina a consulta, os parâmetros e o formato de resposta por formulário visual, com validação em tempo real contra o banco real do cliente.

03

Publique e consuma a API REST

O endpoint fica disponível como API autenticada, documentada automaticamente, com controle de acesso, cache e proteção contra reenvio duplicado.

Benefícios

Por que hospitais escolhem o ServiceBridge

01

Sem expor seu banco de dados

Nenhuma porta de entrada é aberta na sua rede. A conexão parte sempre de dentro para fora, autenticada por chave única.

02

APIs novas em minutos, não em sprints

Configure consulta, parâmetros e formato de resposta por formulário visual, sem deploy e sem fila de desenvolvimento.

03

Documentação que nunca fica desatualizada

Cada API publicada gera automaticamente sua documentação Swagger/OpenAPI, pronta para Postman/Insomnia.

04

Multi-cliente, isolamento total

Uma instalação atende múltiplos parceiros, cada um com acesso apenas ao que é definido pelo hospital.

05

Pronto para dados críticos

Proteção contra reenvio duplicado, transações com rollback automático e modo de teste (dry-run).

06

Performance sob controle

Cache configurável por endpoint reduz a carga sobre o banco de dados e acelera as respostas da API.

07

Formato de resposta sob medida

Defina o formato de resposta para cada endpoint. Implemente os próprios padrões do hospital.

08

Valide a entrada de dados em cada endpoint

Estrutura robusta baseada em JSON para a validação de dados de entrada. Crie regras e mantenha a consistência nos dados recebidos.

Segurança

Segurança desde a arquitetura, não como camada extra

O agente instalado na rede do hospital sempre inicia a conexão para fora — nunca o contrário. Nenhuma porta de banco de dados é aberta para a internet.

Conexão sempre de dentro para fora

O agente inicia a conexão com a nuvem; nunca o contrário. Nenhuma porta de banco precisa ser aberta para a internet.

ServiceBridge nunca tem acesso ao banco do hospital

As credenciais de conexão com o Oracle ficam sempre com o hospital, na infraestrutura dele — nunca são compartilhadas ou armazenadas em nossos servidores.

Autenticação padrão de mercado

OAuth2 / JWT com token de curta duração e refresh token de uso único — o mesmo padrão de APIs financeiras.

Senhas nunca em texto puro

Toda credencial é protegida com hashing forte (PBKDF2, 100 mil iterações, com salt).

Controle de acesso granular por escopo

Cada API pode exigir permissões específicas, configuráveis sem deploy, por cliente e por endpoint.

Proteção contra injeção de SQL

Todos os parâmetros são tratados por bind, nunca por concatenação de texto.

Validação real de conteúdo em uploads

Arquivos são conferidos por assinatura binária, não apenas pela extensão do nome.

Alta disponibilidade automática

O agente se reconecta sozinho em instabilidades de rede, com retry em camadas e heartbeat contínuo.

Idempotência em operações críticas

Reenvios acidentais da mesma requisição não duplicam a operação — o mesmo padrão de APIs de pagamento.

Possibilidades de uso

Feito para o ecossistema de saúde

O ServiceBridge não gerencia o hospital — é a ponte entre o sistema que já gerencia o hospital e tudo que vem de fora dele.

Operadoras

Operadoras e planos de saúde

Troca de dados de autorização, elegibilidade e faturamento (ex.: TISS) sem acesso direto ao banco do hospital.

Telemedicina

Plataformas de telemedicina

Consulta de agenda, dados do paciente e histórico clínico publicados como API controlada e auditável.

Laboratórios

Laboratórios e diagnóstico

Envio de pedidos de exame e recebimento de resultados e laudos, incluindo upload de arquivos.

Dispositivos

Dispositivos médicos conectados

Ingestão de dados de equipamentos direto nas tabelas do sistema de gestão do hospital.

Apps de paciente

Agendamento e relacionamento

Consulta de disponibilidade, confirmação e histórico, sem replicar a base do hospital em outro sistema.

Módulos

Fornecedores especializados

Leitura e gravação controlada em pontos específicos do sistema principal, sem integração ponto-a-ponto customizada.

FAQ

Perguntas frequentes

01 O ServiceBridge substitui o Tasy do meu hospital?

Não. O ServiceBridge não compete nem substitui o Tasy — ele se conecta ao banco do Tasy e expõe, de forma controlada, os dados e operações que os parceiros externos precisam consumir.

02 Meu hospital não tem equipe de desenvolvimento. Ainda assim consigo usar?

Sim — essa é a lacuna que o ServiceBridge preenche. Consultas e operações são configuradas por formulário, publicadas sem precisar escrever ou manter código de integração para cada parceiro novo.

03 Preciso abrir portas no meu firewall para usar o ServiceBridge?

Não. O agente instalado na sua rede sempre inicia a conexão para fora, em direção à nuvem — nenhuma porta de entrada precisa ser liberada.

04 O ServiceBridge funciona com o Tasy e com versões antigas do Oracle?

Sim — o ServiceBridge já é usado em produção com o Tasy e funciona tanto com versões recentes do Oracle (12c ou superior) quanto com instalações mais antigas (11g), incluindo paginação adaptada a cada versão.

05 Como funciona a segurança das credenciais do meu banco de dados?

O ServiceBridge nunca tem acesso ao banco de dados do hospital. As credenciais de conexão com o Oracle ficam sempre com o hospital, na infraestrutura dele — não são compartilhadas, enviadas ou armazenadas em nossos servidores em nenhum momento.

06 É possível ter mais de um cliente/aplicação usando a mesma instalação?

Sim, a plataforma é multi-tenant por design: cada cliente final tem dados, credenciais, permissões e armazenamento isolados.

07 O que acontece se a conexão cair no meio de uma operação?

Operações de gravação rodam em transações com rollback automático em caso de falha. O mecanismo de idempotência evita duplicação em reenvios acidentais.

Pronto para conectar seu hospital ao ecossistema de saúde?

Agende uma demonstração e veja como configurar sua primeira integração em minutos, sem depender de uma equipe de desenvolvimento própria.

Fale com o nosso time