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O ERP não fala com o mundo externo
Foi projetado para uso interno do hospital, não para se conectar a parceiros.
Integração de sistemas hospitalares, sem código
A integração de sistemas hospitalares deixa de ser projeto de meses: sem precisar de uma equipe de desenvolvimento própria, seu hospital conecta parceiros, dispositivos e plataformas ao Tasy que já usa — com segurança, documentação e controle de acesso prontos, configurados em minutos.
O problema
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Foi projetado para uso interno do hospital, não para se conectar a parceiros.
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Operadoras, telemedicina, laboratórios e dispositivos pedem integração o tempo todo.
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Cada integração vira um projeto que depende de terceiros ou não sai do papel.
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Dar acesso direto ao banco expõe dados sensíveis de pacientes e viola boas práticas de segurança.
Como funciona
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Um serviço leve roda dentro da rede do hospital, com acesso ao banco do Tasy. Abre uma única conexão de saída, criptografada — nenhuma porta precisa ser aberta no firewall.
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Defina a consulta, os parâmetros e o formato de resposta por formulário visual, com validação em tempo real contra o banco real do cliente.
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O endpoint fica disponível como API autenticada, documentada automaticamente, com controle de acesso, cache e proteção contra reenvio duplicado.
Benefícios
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Nenhuma porta de entrada é aberta na sua rede. A conexão parte sempre de dentro para fora, autenticada por chave única.
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Configure consulta, parâmetros e formato de resposta por formulário visual, sem deploy e sem fila de desenvolvimento.
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Cada API publicada gera automaticamente sua documentação Swagger/OpenAPI, pronta para Postman/Insomnia.
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Uma instalação atende múltiplos parceiros, cada um com acesso apenas ao que é definido pelo hospital.
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Proteção contra reenvio duplicado, transações com rollback automático e modo de teste (dry-run).
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Cache configurável por endpoint reduz a carga sobre o banco de dados e acelera as respostas da API.
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Defina o formato de resposta para cada endpoint. Implemente os próprios padrões do hospital.
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Estrutura robusta baseada em JSON para a validação de dados de entrada. Crie regras e mantenha a consistência nos dados recebidos.
Segurança
O agente instalado na rede do hospital sempre inicia a conexão para fora — nunca o contrário. Nenhuma porta de banco de dados é aberta para a internet.
O agente inicia a conexão com a nuvem; nunca o contrário. Nenhuma porta de banco precisa ser aberta para a internet.
As credenciais de conexão com o Oracle ficam sempre com o hospital, na infraestrutura dele — nunca são compartilhadas ou armazenadas em nossos servidores.
OAuth2 / JWT com token de curta duração e refresh token de uso único — o mesmo padrão de APIs financeiras.
Toda credencial é protegida com hashing forte (PBKDF2, 100 mil iterações, com salt).
Cada API pode exigir permissões específicas, configuráveis sem deploy, por cliente e por endpoint.
Todos os parâmetros são tratados por bind, nunca por concatenação de texto.
Arquivos são conferidos por assinatura binária, não apenas pela extensão do nome.
O agente se reconecta sozinho em instabilidades de rede, com retry em camadas e heartbeat contínuo.
Reenvios acidentais da mesma requisição não duplicam a operação — o mesmo padrão de APIs de pagamento.
Possibilidades de uso
O ServiceBridge não gerencia o hospital — é a ponte entre o sistema que já gerencia o hospital e tudo que vem de fora dele.
Operadoras
Troca de dados de autorização, elegibilidade e faturamento (ex.: TISS) sem acesso direto ao banco do hospital.
Telemedicina
Consulta de agenda, dados do paciente e histórico clínico publicados como API controlada e auditável.
Laboratórios
Envio de pedidos de exame e recebimento de resultados e laudos, incluindo upload de arquivos.
Dispositivos
Ingestão de dados de equipamentos direto nas tabelas do sistema de gestão do hospital.
Apps de paciente
Consulta de disponibilidade, confirmação e histórico, sem replicar a base do hospital em outro sistema.
Módulos
Leitura e gravação controlada em pontos específicos do sistema principal, sem integração ponto-a-ponto customizada.
FAQ
Não. O ServiceBridge não compete nem substitui o Tasy — ele se conecta ao banco do Tasy e expõe, de forma controlada, os dados e operações que os parceiros externos precisam consumir.
Sim — essa é a lacuna que o ServiceBridge preenche. Consultas e operações são configuradas por formulário, publicadas sem precisar escrever ou manter código de integração para cada parceiro novo.
Não. O agente instalado na sua rede sempre inicia a conexão para fora, em direção à nuvem — nenhuma porta de entrada precisa ser liberada.
Sim — o ServiceBridge já é usado em produção com o Tasy e funciona tanto com versões recentes do Oracle (12c ou superior) quanto com instalações mais antigas (11g), incluindo paginação adaptada a cada versão.
O ServiceBridge nunca tem acesso ao banco de dados do hospital. As credenciais de conexão com o Oracle ficam sempre com o hospital, na infraestrutura dele — não são compartilhadas, enviadas ou armazenadas em nossos servidores em nenhum momento.
Sim, a plataforma é multi-tenant por design: cada cliente final tem dados, credenciais, permissões e armazenamento isolados.
Operações de gravação rodam em transações com rollback automático em caso de falha. O mecanismo de idempotência evita duplicação em reenvios acidentais.
Agende uma demonstração e veja como configurar sua primeira integração em minutos, sem depender de uma equipe de desenvolvimento própria.